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Vidz: Sepultura – Da Lama ao Caos

Novo vídeo do Sepultura. “Da Lama ao Caos” é uma versão para a faixa título do clássico primeiro álbum da Nação Zumbi. Bandas parceiras, era comum nos shows a Nação, ainda com Chico Science, tocar “Refuse Resist” e o Sepultura entoar o “Monólogo Ao Pé do Ouvido” dos pernambucanos. A faixa faz parte do bom “The mediator between head and hands must be the heart” lançado no ano passado. Com Andreas fazendo os vocais principais e Derrick na percurssão o vídeo é ilustrado por elementos que remetem ao mangue. Vale lembrar que em 2014 a banda completa 30 anos de estrada e estão previstos o lançamento de um documentário e uma biografia.

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01 Rinoceronte – O Instinto
Alguns podem achar que o trio de Santa Maria/RS tirou o pé do acelerador. Eu particularmente chamo isso de evolução natural. Menos pesado e melhor produzido que o álbum anterior, “O Instinto” é um disco cheio de detalhes e nuances. É visceral mas contêm certa classe. É liricamente instigante. É piscodélico. Com ele provou-se que o termo stoner rock é pouco pros caras. Baixe aqui.

02 Sepultura – The Mediator Between Head and Hands Must Be The Heart
Um dos álbuns mais pesados da banda. Título longo, temas inspirados no filme Metrópolis, clássico sci-fi de 1927. Trampo original da capa produzido em carvão. Cover da Nação Zumbi com Andreas no vocal. Enfim, o caminho mais fácil não é o escolhido pelo Sepultura. Eles poderiam fazer um típico disco de thrash metal oitentista com todos os seus clichês, mas não, em “Mediator” vemos uma banda que aponta pro futuro.

03 365 – O Destino
Tá, não tem o Finho no vocal, mas o Neto Trindade que já tocou baixo com os caras no final dos anos 80, assumiu o microfone e fez um bom trabalho. O som é aquele rock urbano com cara de São Paulo que o 365 sempre fez com exímia competência. Destaque pra faixa título e para “O Tempo” que presta uma homenagem à velha guarda do punk paulista. Ouça aqui.

04 FireFriend – Witch Tales
Vocal feminino, instrumental denso. Ora calmo, ora explosivo. “Witch Tales” traz referências do rock alternativo dos 80 e 90 mas com um pé na psicodelia sessentista. Um álbum belo, literalmente. Baixe aqui.

05 Ademir Assunção & banda Fracasso da Raça – Viralatas de Côrdoba
Junte um poeta, dos bons, com uma banda, das boas. O resultado é esse “Viralatas de Côrdoba”. Rock, blues, jazz, baladas cortantes. Sons que emolduram, se encaixam e se fundem à poesia dilacerante de Assunção. Não é só música. É muito mais. Ouça aqui.

06 The Velociraptors – A New State of Mind
Os Raptors são de Mossoró/RN, cidade que tem revelado ótimas bandas. Três caras que pegaram os Stooges e o MC5 e levaram para uma temporada de intercâmbio com The Saints e Radio Birdman na Austrália. Definições delirantes à parte, “A New State of Mind” é um discão de rock n’ roll. Baixe aqui.

07 Mundo Livre S.A. Vs Nação Zumbi
Por que um disco de versões está em uma lista de melhores do ano? Porque esse disco é uma espécie de tributo ao Manguebeat, movimento que fez uma verdadeira revolução na cultura e na música brasileira no início dos anos 90. Porque tem como protagonistas as duas principais bandas do movimento e porque essas bandas desconstruíram as músicas originais fazendo com que as versões soassem como novas músicas. Discão.

08 Leptospirose – Tatuagem de Coqueiro
Uma das grandes bandas de hardcore do Brasil. Acho que todos já sabiam o que viria em “Tatuagem de Coqueiro”. Leptospirose é Leptospirose. Porradaria com boas sacadas. O melhor título e a melhor capa, trampo do Daniel Etê.

09 Hellbenders – Brand New Fear
Uma atualização do hardão setentista que tanto amamos. Alguns chamam isso de stoner. Goiânia já tem certa tradição nesse tipo de som. Os Hellbenders são de lá. E esse disco é fóda. Baixe aqui.

10 Anjo Gabriel – Lucifer Rising
Em seu segundo álbum, o Anjo Gabriel compôs uma trilha alternativa para o filme “Lucifer Rising” do cineasta norte-americano Kenneth Anger. Detalhe: a trilha original é de autoria de Jimmy Page. Sonzeira instrumental da melhor qualidade. Hard viajandão, prog, jazz fusion. A versão em vinil é lindona.

Desova: Catálogo Cogumelo 30 Anos (2012)

Uma importante página da história do rock brasileiro acaba de ganhar um registro à altura. A gravadora mineira Cogumelo Records está lançando com apoio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de BH, um catálogo histórico compreendendo seus 30 anos de existência, completados em 2010.
Tudo começou como uma pequena loja de discos de rock no ano de 1985. Cinco anos depois, para dar vazão à efervescente cena metálica que surgia na capital mineira, a loja virou gravadora e debutou no mercado com o lançamento do EP-split Bestial Devastation/Século XX, um vinilzão dividido entre as bandas Sepultura e Overdose. A partir daí, a Cogumelo lançou inúmeros discos de bandas que se tornaram lendas do metal brasileiro, como Chakal, Sarcófago, Mutilator, Holocausto, entre outras. Os lançamentos da gravadora conquistaram admiradores por todo o Brasil e até no exterior, contribuindo para que BH se tornasse o maior pólo produtor de música pesada do país.
O catálogo, impresso em material de alta qualidade, traz o registro de todos os lançamentos realizados pela Cogumelo, com capas, fotos inéditas, clippings e posters de shows. E se não bastasse, vem com uma coletânea com 18 bandas encartado. Com certeza, trata-se de um item que deve constar na prateleira de qualquer headbanger brasileiro que se preze.