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Desova: Douglas Mondegrass – Ao vivo no JOIO (Bootleg/2012)

No dia 24 de novembro de 2012, foi realizada em Guaxupé a 1ª edição do JOIO – Festival de Cultura Marginal. Primeiro evento Gralha, em parceria com a Casa da Cultura e com a imprescindível ajuda de alguns bons amigos. A proposta do fest era dar vazão a produção cultural de cunho transgressor que encontra-se à margem da grande mídia. Dentro desta premissa, nada melhor do que contar com um show do Douglas Mondegrass na programação. E o cara não decepcionou. Empunhando sua viola elétrica, Douglas fez um show arrebatador. Como ele mesmo costuma dizer, nenhuma apresentação sua é igual a outra. E essa, talvez pela vibe que envolveu o festival foi de uma emoção e visceralidade única. O boot abre com uma  introdução, na verdade nosso amigo Léps dando voz à Sergio Sampaio. Em seguida as cordas da viola psicodélica começam a soar. O Morro Agudo II é primeira. Típica canção para comover Guaxupeanos. Mentiras e Vícios é a próxima. A ponte entre o bucolismo (som) e a urbanidade (letra). Evitável Defensivo e Quisera versam de forma sublime sobre conflitos e relacionamentos humanos. Ae vem algo inusitado, uma versão intensa de Espelhos Quebrados, da fase rock n’ roll psicodélica do Ronnie Von. Pra fechar, com os presentes em êxtase diga-se, uma homenagem ao Pachá, genial centroavante que jogou na Esportiva de Guaxupé. Uma música embrionária encerrada com trecho do aúdio original de um jogo da Esportiva, com três gols de Pachá narrados pelo radialista Kaled Cury. Gravado e editado pelo selo Beerock/Mondo, o Bootleg Douglas Mondegrass – Ao vivo no JOIO está disponível para audição e download no Bandcamp.

JOIO – Festival de Cultura Marginal

Programação:

21h30 – Sessão de cinema

Filme: Finis Hominis (O Fim do Homem)
Ano: 1971
Direção: José Mojica Marins
Duração: 79 minutos

Sinopse:

Filme dirigido e estrelado por José Mojica Marins. O longa narra a saga de um homem nu que surge do mar e caminha pelas ruas da cidade, interferindo na rotina das pessoas. Logo ele passa a ser visto como um messias moderno, capaz de realizar milagres. Assumindo a alcunha de “Finis Hominis”, ele segue sua trajetória imprevisível, tendo como seguidores pessoas de diferentes classes sociais. Cultuado em vários países, José Mojica Marins é um dos grandes  representantes do cinema marginal brasileiro. Em “Finis Hominis”, ele surpreendeu a todos apresentado um protagonista totalmente diferente do personagem que o consagrou. “Finis  Hominis” é uma espécie de anti-Zé do Caixão. Porém com a mesma abordagem crítica em relação à hipocrisia da sociedade.

23h00 – Sarau de Poesia* / Discotecagem Gralha

Shows:

– Douglas Mondegrass (Folk Psicodélico – Guaxupé/MG)
http://mondegrass.bandcamp.com/

– Mata Atlântica (Rock/Reggae/Blues – Juruaia/MG)
http://mataatlantica.tnb.art.br/

Serviço:

JOIO – Festival de Cultura Marginal
Dia 24/11/2012
Local: Casa da Cultura
Guaxupé/MG
Entrada gratuita
Admissão vetada a menores de 16 anos

*Não haverá bar. Leve seus textos e sua bebida.

Realização: Gralha Rocka / Fundação Cultural de Guaxupé