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15º Episódio do Roça ‘n’ Roll em Varginha

Roca_2013

Pois é, o maior festival de rock pesado do interior brasileiro está completando 15 anos. E isso tem que ser celebrado, visto que em Guaxupé e em muitas outras cidades do interior a massa aguarda anualmente por uma festa de peão, em Varginha o que movimenta a cidade todos os anos é o rock. Tive a oportunidade de conferir 6 edições do Roça e só tenho a dizer que trata-se de algo realmente místico. A fazenda, o frio intenso, tudo faz parte do contexto do fest. E esse ano o cast está excelente apresentado verdadeiras lendas do Brasil como Attomica, Cólera e Metalmorphose além dos ícones internacionais Grave Digger (Alemanha), Orphaned Land (Israel) e o ex-Skyclad Martin Walkyier (Inglaterra). O que começou minúsculo em um sítio se transformou em um símbolo de resistência e celebração ao rock e prova que é possível fazer o “diferente” acontecer. O caminho da roça ta dado, é só seguir.

Vidz: Jair Naves – No fim da ladeira, entre vielas tortuosas

Novo clipe do Jair Naves. “No fim da ladeira, entre vielas tortuosas” é uma das boas faixas do último disco do cara, lançado em 2012. O que temos aqui é um  “roadie movie” e vale lembrar que a estrada tortuosa da música independente é algo que desperta paixão em poucos e incredulidade em muitos. Já perdi a conta de quantos shows under vi na vida. As vezes deslocando 150, 200 km para ver uma banda que poucos conhecem. Por sorte tenho alguns amigos que compartilham esse gosto. Muitas pessoas não acreditam, “vocês vão andar tanto que ver o show de quem?”. Porém, pegar a estrada com os amigos pra conferir um som ao vivo que você curte, às vezes num cubículo, com público minguado, não tem preço. Aquela energia, aquela gana de quem tá ali tocando por prazer e pra mostrar a sua arte, sem aquela preocupação com dinheiro das grandes bandas. Pra quem toca não fácil. Muitos desistem. Esse clipe do Jair mostra em belas imagens os músicos na estrada numa Kombi. Uma grande sacada que encaixou totalmente com a sonoridade da canção.

35 anos de Baratos Afins

Baratos_35_Anos

O rock underground brasileiro tem vários heróis, porém na hora de reconhecer os méritos, muitos lembram apenas dos músicos. Na verdade em qualquer lugar ou época, pra uma cena acontecer é necessário muito mais do que boas bandas. Produtores de eventos, zineiros, jornalistas, programas de rádio, selos/gravadoras, entre outros, também são de extrema importância para o surgimento e manutenção da música que não é ouvida diariamente nas novelas da Globo. Um desses heróis é sem sombra de dúvidas o Luiz Calanca, fundador e proprietário da Baratos Afins. E hoje é um dia pra ser celebrado, a Baratos está completando 35 anos de atividade. Tudo começou em 24 de maio de 1978 numa pequena sala do segundo andar de uma galeria em São Paulo que mais tarde ficou conhecida como “Galeria do Rock”. No início era apenas uma loja, mas após 3 anos a Baratos passou a atuar também como gravadora lançando grandes nomes do underground brasileiro. Pra ser ter uma idéia, o primeiro lançamento foi o álbum “Singin Alone” do ex-Mutante Arnaldo Baptista. Outro projeto importante foram os dois volumes da coletânea “S.P. Metal”, um dos primeiros lançamentos do heavy metal nacional nos anos de 84 e 85. Só o Stress do Pará gravou antes. Hoje a Baratos já contabiliza em seu catálogo 176 produções. Sendo 104 álbuns no formato de vinil e 72 CDs. Grandes bandas lançaram pela gravadora, como Ratos de Porão, Golpe de Estado, Harppia, Centurias, Sálario Mínimo, Fellini, Patrulha do Espaço, enfim, a lista é grande e não se restringe apenas ao rock. Fica aqui meu respeito e admiração pelo Calanca, um dos grandes heróis do submundo musical brasileiro. Parabéns Baratos Afins! Que venham mais anos de música de qualidade pela frente.

Pra conhecer o catálogo completo da gravadora e demais infos acesse o site oficial.

Cineclube Guaxupé apresenta:

A_Morte_do_Demonio

[Clássicos]

Filme: A Morte do Demônio
Ano: 1981
Direção: Sam Raimi
Duração: 85 minutos
Classificação: 18 anos
Curadoria: Gralha Rocka

Sinopse:

Clássica primeira versão de “A Morte do Demônio”, considerada um marco do cinema de horror gore, subgênero caracterizado por cenas de extrema violência geralmente contendo mutilações, entranhas, secreções e muito sangue. O longa narra os terríveis acontecimentos evolvendo cinco jovens que resolvem passar um final de semana em uma cabana isolada na floresta. Ao encontrar o chamado “Livros dos Mortos” e uma gravação de áudio exaltando os poderes do demônio, os jovens despertam uma poderosa força maligna. Ash, o protagonista, vê seus amigos serem possuídos um a um e passa a lutar por sua sobrevivência na noite mais alucinante da sua vida. Apesar do baixo orçamento e das dificuldades técnicas, “A Morte do Demônio” tornou-se um grande sucesso e impulsionou a carreira do jovem cineasta Sam Raimi que futuramente viria a dirigir a trilogia de filmes do Homem-Aranha.

Serviço:
Data: 21/05/2013
Hora: 19:00
Local: Cine Teatro 14 Bis de Guaxupé
Entrada Gratuita

Desova: Catexia – A Voz do Brucutu (EP/2013)

Catexia_EP

Talvez o principal defeito da grande maioria das bandas instrumentais seja o fato de que muitas não conseguem passar para o estúdio o poderio sônico e atmosférico de suas apresentações ao vivo. Desse mal, com certeza o quarteto Catexia, de Franca-SP, não sofre. A banda está debutando em estúdio com o lançamento do EP “A Voz do Brucutu”. O play foi gravado em janeiro no estúdio Mustachi na cidade rock de Sorocaba, sob a batuta do produtor Peu Ribeiro. O que ouvimos nas três faixas que compõem o EP é algo capaz de causar hecatombes em mentes desavisadas. No esquema morde/assopra o Catexia construiu uma sonoridade que transita entre a pungência de paredes de guitarras e bateria sovada à momentos de calmaria e alucinação. Tive o prazer de ver os caras ao vivo e me perguntava se aquela variedade de sentimentos e sensações passadas no show seriam transpostas pro disco. E foi. Ponto pros caras. Pra quem quiser conferir, “A Voz do Brucutu” está disponível pra download free no site oficial da banda. Baixe, ouça e passe adiante!

Wander Wildner em Ribeirão

Wander_Vila

Este mês, um dos grandes nomes rock brasileiro toca em Ribeirão Preto, interior paulista, mais precisamente no dia 25, no Vila Dionísio. O cara que fez história com os Replicantes e depois em carreira solo com o clássico “Baladas Sangrentas” está na estrada divulgando o vinil “Rodando el Mundo”. Tive a oportunidade de ver um show do Wander em 2011 e só tenho a dizer que trata-se de uma experiência única. Entretenimento e emoção garantidos. Se puder, confira!

Roadie Crew especial: Metal Nacional

Roadie_Crew_Brasil

Para sua edição do mês de maio, a revista Roadie Crew tomou uma iniciativa digna de aplausos: produziu uma edição especial voltada ao metal brasileiro. Em tempos em que os shows gringos rolam por aqui semanalmente, sempre abarrotados de grande público, o que garante um bom dinheiro para as bandas estrangeiras e produtores de eventos, a atitude da revista é pra lá de louvável. É frustrante saber que temos tantas bandas boas no Brasil que não têm o devido reconhecimento do público brasileiro. Bandas de grande qualidade que ralam para se manterem ativas, que muitas vezes tocam pra poucos gatos pingados, em locais sem equipamentos adequados, sem estrutura, com cachê vergonhoso, entre outras mazelas da situação atual que vive o metal brasileiro. É aquela coisa, o cara paga R$300,00 ano sim ano não pra ver o Iron Maiden (que sempre toca pra milhões de pessoas), mas não paga R$20,00 pra ver o show de uma banda brasileira. Realmente é lastimável. Fica a torcida para que isso mude um dia. A revista já está nas bancas. Leitura obrigatória pra quem curte metal e é brasileiro.

Cineclube Guaxupé apresenta:

Tristeza_do_Jeca

[Nacionais]

Filme: Tristeza do Jeca
Ano: 1961
Direção: Amácio Mazzaropi
Duração: 95 minutos
Classificação: Livre
Curadoria: Gralha Rocka

Sinopse:

Filme dirigido e protagonizado por Amácio Mazzaropi, um dos principais representantes do cinema de humor brasileiro. Em “Tristeza do Jeca”, Mazzaropi encarna seu personagem de maior sucesso, o caipira atrapalhado. Com um roteiro repleto de situações absurdas e hilárias, Mazzaropi utiliza a comédia para criticar o coronelismo e o chamado “voto de cabresto”. No filme, dois políticos disputam os votos dos eleitores da zona rural. Figura popular na região, o Jeca é requisitado como cabo eleitoral pelos dois candidatos, dando início a diversas trapalhadas e confusões. A canção que dá título ao filme é um dos grandes clássicos da música caipira brasileira, sendo interpretada no longa pelo próprio Mazzaropi. “Tristeza  do Jeca” foi o primeiro filme colorido do diretor que faleceu em 1981 e deixou uma filmografia composta por mais de 30 filmes.

Serviço:
Data: 07/05/2013
Hora: 19:00
Local: Cine Teatro 14 Bis de Guaxupé
Entrada Gratuita