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Desova: Lo-Fi – Meddling in Regressive Rock (2017)

De São José dos Campos/SP, o Lo-Fi é uma das bandas mais ativas do underground brasileiro. Em cerca de 9 anos de atividade fizeram inúmeras turnês e lançaram uma grande quantidade de material, entre splits, discos full e K7s. No início tinham uma sonoridade hardcore/rock n’ roll. Algo como o cruzamento de Black Flag com Motorhead. Com o tempo, começaram a explorar outros elementos e “Meddling in Regressive Rock” retrata bem a face atual da banda. Esteticamente passa aquela sensação desértica, árida. Algumas faixas, como o single “Charge Hard” são mais longas, com cara de jam. Riffs e solos à la Black Sabbath. Lisergia e atmosfera viajadona. Porém o hardcore continua lá. Prova disso é a versão de “Prometo não parir pôneis” do Leptospirose. “Meddling in Regressive Rock” é um disco ousado. Tem orgão. Cortesia do participante especial Dinho Zampier (Figueroas). E o tal rock regressivo do título? Segundo a banda, surgiu de uma brincadeira. Nos shows e ensaios, os caras costumam tocar versões longas das músicas abrindo espaço para improvisação. Tipo rock cru com progressivo. O produtor Alexandre Capilé (Estúdio Costela) soltou o termo “rock regressivo” e o trio encampou. Um play que tem o mérito de ser visceral e chapante e o principal, forjou uma identidade.

Disponível para audição no Bandcamp.

Os 10 melhores discos nacionais de 2016 segundo Gralha Rocka

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01 – Hurtmold e Paulo Santos – Curado
A junção de dois ícones do som instrumental brasileiro rendeu um grande disco. Com 18 anos de atividade, o Hurtmold iniciou sua trajetória como uma banda do chamado post-rock, com uma pegada punk e letras em algumas faixas. Com o tempo as letras foram sumindo, o instrumental incorporando elementos diversos que passeiam pelo jazz, funk norte-americano, música eletrônica, ritmos regionais e experimentalismos. Já Paulo Santos integrou o mítico grupo mineiro Uakti, que utilizava instrumentos não convencionais fabricados com componentes diversos, como tubos de PVC, madeira, metal e vidro. “Curado” é uma amálgama musical. Um álbum que revisita as duas partes envolvidas, mas ao mesmo tempo é diferente e único em suas carreiras. Ouça aqui.

02 – Fábrica de Animais – Fábrica de Animais II
Essa banda paulista está entre as mais viscerais do nosso rock atual. A Fábrica transborda feeling, sentimento, energia. Tem muita verdade envolvida e quem ouve sente isso. Em seu segundo álbum as características sonoras foram mantidas. É rock n’ roll, é blues. Tem gaita, letras inspiradas que versam sobre o cotidiano, sobre amor/dor, sentimentos. A vocalista Fernanda D’Umbra canta com a alma. E ainda tem capa do Angeli e o selo Baratos Afins de qualidade.

03 – Violeta de Outono – Spaces
Visto pelos próprios membros como o fechamento de uma trilogia, “Spaces” encerra um ciclo que compreende também os álbuns Volume 7 (2007) e Espectro (2012). Trata-se da consolidação da atual formação, com sonoridade mais prog. Com músicas mais longas e complexas, como a faixa de abertura “Imagens” e de fechamento “Cidade Extinta”. As teclas de Fernando Cardoso (Orgão, Piano e Synths) e a guitarra de Fabio Golfetti dialogam, se separam, têm seus próprios momentos, formando uma manta sonora etérea e contemplativa. Conjunção perfeita com o baixo de Gabriel Costa e a bateria de José Luiz Dinóla. Bom disco que engrandece ainda mais a longa trajetória da banda. Ouça aqui.

04 – Necro – Adiante
Alagoas tem nos presenteado com ótimas bandas. Grupos contemporâneos forjados nas sonoridades mofadas mas que não soam anacrônicos. Mopho e Messias Elétrico são exemplos, assim como o Necro. Esse trio antes chamado Necronomicon andava por caminhos mais arrastados e densos, doom, como bem disseminou o Black Sabbath, e cantavam em inglês. Em “Adiante” o português passou a dominar e o som se aproximou mais da música pesada e lisérgica produzida no Brasil na década de 70. O resultado é surpreendente. Um discão de rock vigoroso e chapante como há muito não se via em terras brasileiras. Ouça aqui.

05 – Continental Combo – Nunca Mais
Psicodelia, folk rock, um certo aceno Mod, atmosfera urbana, são elementos característicos da face sonora e estética do Continental Combo. Com mais dez anos de atividade e considerando que a banda sempre se auto-produziu, “Nunca Mais” comprova que o Continental sabe o que fazer no estúdio. Tudo soa perfeitamente bem e coeso. O álbum marca também a volta ao formato de trio, sendo que o guitarrista Carlos Nishimiya participa como convidado apenas da faixa de abertura “Faroeste Blues”. “Tempos de Glaciação” e “Conveniências” são velhas conhecidas que ganharam novas roupagens mostrando novas possibilidades. “Recordar é Viver” tem aquele tipo de melodia e refrão cantarolável que funciona bem nos shows. Enfim, quarto disco full da banda. Mais um acerto. Ouça aqui.

06 – Statues on Fire – No Tomorrow
Um álbum inspirado e inspirador. “No Tomorrow”, segundo play do Statues on Fire é bem produzido, bem tocado, diversificado, entre inúmeros outros pontos positivos. Rotulá-lo como um disco de hardcore é pouco. Ele é punk, é metal, é rock. Basta ouvir o trabalho de guitarras gêmeas, tipo Thin Lizzy, em “Nowhere is Always Where I Go” para atestar essa face diversa porém com unidade da banda. No set-list músicas pesadas e rápidas convivem em harmonia com faixas melódicas e acessíveis. Se o primeiro álbum era promissor, “No Tomorrow” é uma comprovação. Ouça aqui.

07 – Mickey Junkies – Since You’ve Been Gone
Recentemente, o rock alternativo brasileiro do início dos anos 90 tem sido revisitado com a produção de documentários e shows. Uma das bandas dessa época é o Mickey Junkies, de Osasco/SP. Após um logo período de inatividade, o grupo lançou seu segundo disco “Since You’ve Been Gone”. Trata-se de um álbum elegante, fator evidenciado pelo trabalho vocal de Rodrigo Carneiro, que canta como um crooner. Peso e suingue permeiam as faixas. Entre elas uma versão de DeFalla. Um excelente retorno. Single aqui.

08 – FireFriend – Negative Sun
Um disco sobre os sinais do tempo (o hoje). Onde o sol é negativo. Um mundo caótico e deteriorado. Onde as pessoas não percebem o que acontece ao redor. Estão cegas, entretidas com banalidades. “Negative Sun” é uma espécie de atestado realista. Musicalmente é um álbum cadenciado, com destaque pros efeitos que distorcem, que derretem. É viajante. É cru. É simples. E é bom. Ouça aqui.

09 – Goatlove – Guadalajara
Em seu segundo álbum o quinteto paulista aprimorou as qualidades do debut. “Guadalajara” é sólido e eficiente. As referências da banda estão bem costuradas. E sim, são muitas, tornando o som bem peculiar. Metal, punk, gothic, pós-punk, puro rock n’ roll, tá tudo lá. O repertório é forte, com ótimas músicas. “We Shall Rise” pode causar certa estranheza e cansaço com seus mais de 16 minutos de viagem mântrica, meio “We Will Fall” dos Stooges. Pra finalizar, uma bela reverência ao Led Zeppelin em “Sunshine Colours”. Um disco diferenciado. Ouça aqui.

10 – Atomic Winter – Tsunami Survivor
Desde o início dos anos 2000 Goiânia se estabeleceu como um dos principais polos produtores de rock n’ roll do Brasil. Um selo/produtora de expressão, festivais importantes e muitas bandas. Porém o hardcore goiano nunca alcançou grande destaque fora das divisas estaduais. Só que em 2016 isso mudou, graças à “Tsunami Survivor” do Atomic Winter. Um disco que é energia pura, concentrada. E a capa tem aquele climão que lembra o clássico desenho japonês “Fantomas”. Um maremoto sonoro. Ouça aqui.

Cineclube Casa da Cultura – Sessão especial: 80 anos de José Mojica Marins

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Em 13 de março de 1936 nascia José Mojica Marins, criador do personagem Zé do Caixão e um dos maiores ícones do cinema brasileiro. Em celebração aos seus 80 anos, a Casa da Cultura de Guaxupé, com curadoria Gralha Rocka, exibe o seu filme mais polêmico e transgressor.

Filme: Ritual dos Sádicos (O Despertar da Besta)
Ano: 1969
Direção: José Mojica Marins
Duração: 91 minutos
Classificação: 18 anos
Gênero: Drama/Terror/Experimental

Curadoria da sessão: Gralha Rocka

Sinopse:

Filme vetado pela Censura Federal em 1969. Renomeado como “O Despertar da Besta”, o longa foi exibido pela primeira vez em 1983, circulando apenas em festivais e sessões especiais. Mojica utiliza da metalinguagem para se inserir como personagem do filme. Na trama, o cineasta e um renomado psiquiatra participam de uma sessão interrogatória promovida por um grupo de intelectuais. Em meio aos questionamentos, o médico narra vários episódios envolvendo o uso de drogas e distúrbios de comportamento. Para comprovar sua nova teoria, o psiquiatra injeta LSD em quatro voluntários para estudar os efeitos do tóxico sob a influência da imagem de Zé do Caixão. O personagem aparece de maneira diferente nos delírios psicodélicos de cada um, misturando sexo, perversão e sadismo. Visualmente agressivo, “Ritual dos Sádicos” é experimental e inovador. Um filme onde José Mojica Marins demonstra toda a sua genialidade e coragem como diretor.

Serviço:
Data: 13/03/2016 (Domingo)
Hora: 20:00
Local: Auditório Cine Theatro São Carlos (anexo à Casa da Cultura de Guaxupé/MG)
Entrada Gratuita

Os 10 melhores discos nacionais de 2015 segundo Gralha Rocka

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01 – Cidadão Instigado – Fortaleza
Fernando Catatau é um dos principais nomes do rock brasileiro pós 2000. Produtor, arranjador, compositor e excepcional guitarrista, Catatau à frente do Cidadão Instigado vem lançando bons discos há tempos. Cada qual com suas características bem definidas e distintas. Neste novo álbum a banda se aproximou mais do hard e do progressivo setentista. É um disco mais pesado, mais distorcido, porém sem abrir mão de elementos que já estão enraizados na sonoridade do grupo, como a psicodelia e a música brega. As timbragens alcançadas pela banda em “Fortaleza” são dignas de contemplação. Download e audição aqui.

02 – La Carne – Volume 5
O La Carne chega aos 20 anos com um disco forte. “Volume 5” é encorpado. Uma xícara de café amargo, tomado bem cedo em uma padaria de bairro no caos da cidade. Pra despertar. A poesia urbana da banda nunca foi tão pessimista. “Viver é difícil” canta Linari em “Água Pesada” (sim, mesmo nome da banda parceira). Sinal dos tempos? Talvez. Mas no fundo estão sendo apenas La Carne. Deixando fluir. Disponível aqui.

03 – Quarto Negro – Amor Violento
O duo Quarto Negro, composto pelo ex-Ludovic Eduardo Praça juntamente com Thiago Klein se saiu totalmente vitorioso em relação à questão: “o que esperamos da música?”. Sensações é claro. Uma música que não transmite sensações não é nada. E “Amor Violento” transmite muitas. É um disco climático, capaz de gelar em “Filhos do Frio”, pra ficar em um único exemplo. Repleto de texturas e nuances, é um álbum que ativa os sentidos. Ouça aqui.

04 – Atalhos – Onde a Gente Morre
Folk rock que transborda sentimento. Em “Onde a Gente Morre” o Atalhos mostra uma grande preocupação com os detalhes. E funcionou. Belos arranjos e letras, referencias literárias, mixagem gringa. O resultado é um álbum de múltiplas qualidades já demonstradas na trinca de abertura com “Sozinho Contra Todos”, “É Só o Amor no Fim” e “José, Fiquei Sem Saída”. Físico saiu em vinil duplo lindão. Ouça aqui.

05 – UdJC – Volume Morto
A UdJC pulou a fase do cover, comum no início de muitas bandas. Já começaram compondo e imprimindo uma identidade muito própria. Prestes a completar 10 anos eles finalmente chegaram ao primeiro álbum. Parte do repertório data dos primórdios do grupo. Canções que não envelheceram e agora ganharam o devido registro com uma produção arrojada. “Volume Morto” é um mergulho no universo do animal “humano”. Relacionamentos, neuras, loucura, sentimentos, estados alterados da mente. Nada escapa. Discão. Ouça aqui.

06 – Messias Elétrico – Messias Elétrico II
A cena alagoana tem revelado ótimas bandas. O Messias Elétrico é uma delas. O grupo busca na fonte do rock setentista sua inspiração, porém sem soar retrô em demasia. É uma banda atual. Neste segundo álbum a adição da vocalista Lillian Lessa (Necro) trouxe mais frescor e versatilidade ao som. Um bom trabalho de teclas, timbres e vocais garantem uma audição prazerosa pra quem aprecia o passado e o presente. Tem o selo de qualidade Baratos Afins. Ouça aqui.

07 – Aeromoças e Tenistas Russas – Positrônico
O Aeromoças se desprendeu de vez da sua sonoridade inicial com Saxofone. Mais suingada. Positrônico é a consolidação do formato atual do grupo. Inspirado em Isaac Asimov, o disco é uma viagem instrumental sci-fi de altíssima qualidade. Acertaram no conceito, no trabalho gráfico. Tudo encaixou perfeito. Disponível aqui.

08 – Garage Fuzz – Fast Relief
Com 25 anos de atividade, o Garage Fuzz foi lapidando seu som com o transcorrer do tempo. O hardcore da banda foi incorporando elementos do rock alternativo e até metal. “Fast Relief” é uma sequência natural dos trabalhos anteriores. Um disco elaborado e bem feito. Destaque pra linda capa. A mais bela da banda até então. Ouça aqui.

09 – Água Pesada – Troika
Na atual conjectura em que se consome música, o Água Pesada tem optado por lançar EPs. “Troika” é o mais recente fruto desta estratégia. Se no início eles faziam um stoner com pinceladas viajantes, hoje o lado lisérgico está muito mais presente. “Enigma do Esquecimento”, uma das melhores composições da banda, comprova isso. E se no álbum do La Carne há uma música chamada “Água Pesada”, aqui há uma versão de “Um brinde ao Iggy Pop” da banda de Osasco. Ouça aqui.

10 – Forgotten Boys – Outside of Society
O disco de interprete do Forgotten. “Outside of Society” foi uma indicação do produtor Roy Cicala, falecido em 2014. Com o álbum o grupo homenageou o produtor e várias bandas que os inspiraram e influenciaram. Stooges, MC5, Johnny Thunders, T. Rex, Patti Smith, Stones, entre outros. Foi lançado pelo selo argentino Rastrilho Records em edição limitada numerada à mão. Versões personalíssimas de puro rock n’ roll. Uns sons aqui.

Desova: Seven Keys – Visions of Time (2015)

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Se fosse escolher uma única palavra para associar ao primeiro álbum full da Seven Keys, essa palavra seria “vitória”. Convenhamos, não é fácil fazer rock no Brasil. O fardo é ainda maior quando se opta por tocar heavy metal em uma cidade do interior de Minas Gerais, onde não existe lugares para tocar, o público é escasso e em sua maioria está mais interessado em ouvir os mesmos clássicos gringos infinitamente. Pois é, com mais de 15 anos de estrada, o trio guaxupeano composto por Carlos Stampone (voz e baixo), Anderson Stampone (guitarra) e William Ferreyra (bateria) já passou por muitos percalços. Neste contexto, as bandas que seguem, fazem por pura paixão. No caso da Seven Keys, essa persistência foi coroada com o lançamento de “Visions of Time”. Algo que chama a atenção é a busca por uma identidade, cuja ausência prejudica muitas bandas. Exemplos de pastiche sobram na cena independente brasileira, com bandas querendo parecer com seus ídolos ao invés de buscar o próprio som. Com a Seven Keys as referências e influências estão lá, porém bem dosadas e diluídas, proporcionando uma face própria, ainda em construção. Ao vivo, o formato de trio, com baixista cantor, também favorece isso, visto que não se vê tantas bandas com este tipo de formação tocando metal. Das dez faixas, quatro já eram conhecidas de quem acompanha a trajetória da banda. “Living for Tonight”, “Seven Bullets” e “Shadows of Another Life” sairam em um EP/CDR e “Blood on the Hands” foi registrada para participar de um concurso na internet. Agora elas ganharam versões definitivas, com destaque para a quarta citada, onde o tecladista Fábio Laguna acrescentou uma bela intro. O músico, conhecido por seu trabalho com as bandas Angra e Hangar, participa de todo o álbum como convidado especial. Entre as novas, um hit em potencial: “No More Games”. Faixa de refrão forte que cresce muito no palco. “Banshee” possui uma estrutura mais simples, com um riff marcante de Anderson, quase hard. Já a escolhida para abrir o play, “Teotihuacan”, é precedida por uma introdução climática e cinematográfica. A banda aproveitou para incluir como faixa bônus, “Crickets in Mind”, composta pelo amigo e parceiro Flávio Marx. A música contou com a participação de Nando Fernandes (ex-Hangar) nos vocais. “Bloodsuckers” e “Premonition” completam o set list. Há de se destacar a competência do trio no processo de criação e gravação. Carlinhos cantando muito, além de apresentar inspiradas linhas de baixo. William, preciso e criativo na confecção dos andamentos e passagens. Já Anderson se mostrou um grande compositor de riffs e solos. O disco foi gravado em Guaxupé no Setestudio, com produção da própria banda juntamente com Laguna e o técnico de gravação Fábio Dias, que também cuidou da mixagem e masterização. O resultado final é um bom álbum, honesto e bem feito, com qualidade suficiente para dividir as prateleiras e playlists com as boas bandas do gênero. A diversidade das faixas passeia por estilos que podem ser considerados a escola do grupo, como metal tradicional, melódico, power, hard rock e até prog metal. Tudo bem costurado e transmutado em algo próprio. Que a Seven Keys siga persistente e fazendo a diferença. “Visions of Time” é a prova que estão no caminho.

O disco está disponível para audição no site oficial da banda.

Cineclube Casa da Cultura apresenta:

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Filme: Malu de Bicicleta
Ano: 2011
Direção: Flávio R. Tambellini
Duração: 94 minutos
Classificação: 14 anos
Gênero: Romance

Curadoria da sessão: Gralha Rocka

Sinopse:

Adaptação do livro homônimo do escritor Marcelo Rubens Paiva. “Malu de Bicicleta” retrata os conflitos internos de Luiz Mario (Marcelo Serrado), um empresário da noite paulistana que coleciona conquistas amorosas sem nunca se apegar. Em viagem ao Rio de Janeiro, ele é atropelado pela bicicleta conduzida por Malu (Fernanda de Freitas). Luiz faz de tudo para conquistá-la, chegando a ficar no mesmo local por uma semana. Quando consegue, surge o embate entre paixão e ciúmes, chegando a níveis paranóicos. Com uma trama inicial leve, com toques de comédia, o filme se transforma aos poucos em um drama psicológico com os delírios e divagações de Luiz, baseados em puro achismo. Um longa de roteiro ágil e personagens bem construídos, com destaque para Malu, personificando a mulher livre, bem resolvida e ensolarada, contrastando com o perfil de Luiz. “Malu de Bicicleta” recebeu os prêmios de melhor diretor, atriz e ator no festival de Paulínia.

Serviço:
Data: 26/11/2015
Hora: 20:30
Local: Auditório Cine Theatro São Carlos (anexo à Casa da Cultura de Guaxupé/MG)
Entrada Gratuita

Vidz: Arandu Arakuaa – Hêwaka Waktû

O Arandu Arakuaa é uma banda de Brasília que une a cultura e a música indígena com o heavy metal, inclusive com letras em idioma nativo como Tupi Antigo, Xerente e Xavante. O clipe para “Hêwaka Waktû” (que significa “Nuvem Negra”) foi gravado na Aldeia Bananal/DF. A faixa faz parte do mais recente álbum do grupo, “Wdê Nnãkrda”, lançado em 2015.

Cineclube Casa da Cultura apresenta:

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Filme: Operação França
Ano: 1971
Direção: William Friedkin
Duração: 104 minutos
Classificação: 14 anos
Gênero: Policial

Curadoria da sessão: Gralha Rocka

Sinopse:

Clássico do cinema policial ganhador de 5 Oscars, entre eles Melhor Filme, Melhor Diretor (William Friedkin) e Melhor Ator (Gene Hackman). “Operação França” é baseado em uma história real onde os detetives de Nova Iorque “Popeye” Doyle (Hackman) e Buddy Russo (Roy Scheider) investigam um suspeito de tráfico de drogas chamado Salvatore Boca. Os policiais descobrem que “Sal” está envolvido em uma operação para distribuir um grande carregamento de narcóticos vindo da França. O cérebro da quadrilha é Alain Charnier (Fernando Rey), que esconde 60 quilos de heroína no Lincoln Continental, um carro de luxo pertencente a um astro do cinema francês que, em razão da sua fama, não deverá ser importunado enquanto estiver filmando em NY. O filme, que gerou uma continuação em 1975, possui uma das mais emblemáticas cenas de perseguição já filmadas. “Operação França” está entre os maiores êxitos do diretor William Friedkin, que possui no currículo outro grande sucesso, o thriller de terror “O Exorcista”.

Serviço:
Data: 19/11/2015
Hora: 20:30
Local: Auditório Cine Theatro São Carlos (anexo à Casa da Cultura de Guaxupé/MG)
Entrada Gratuita

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